Aplicação e Escleroterapia - Dr. Rodrigo Bono Fukushima

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Aplicação e Escleroterapia

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A escleroterapia, também conhecida como “secar vasinhos” ou “aplicação para vasinhos” é um procedimento realizado por médico angiologista e cirurgião vascular com o objetivo de tratar pequenas varizes e telangiectasias (“vasinhos”).

O objetivo do tratamento é causar uma lesão na veia, levando a sua reabsorção pelo organismo. Com isto forma-se uma pequena fibrose e ocorre o desaparecimento da veia, com melhora do aspecto estético.

É um tratamento realizado em consultório, sem a necessidade de cirurgia ou internação hospitalar.

Ao logo dos anos, diferentes técnicas e medicamentos foram desenvolvidos com este objetivo.

Imagem Aplicação e Escleroterapia

Quais as principais técnicas de escleroterapia?

  • Escleroterapia com glicose hipertônica: está entre as técnicas mais conhecidas e realizadas no Brasil. Consiste na injeção de glicose dentro dos vasos a serem tratados; causando lesão em sua parede interna e inflamação local. Como resultado, a veia é reabsorvida pelo organismo e deixa de ser visível. A técnica é adequada para o tratamento de telangiectasias (“vasinhos”), porém não apresenta resultados satisfatórios para veias reticulares (“veias nutrícias” ou “veias mãe”) e para pequenas varizes. Imagem Aplicação e Escleroterapia - Escleroterapia com glicose hipertônica
  • Escleroterapia à laser (CLaCS – Cryo-Laser and Cryo-Sclerotherapy): A técnica consiste na aplicação de laser transdérmico e de glicose 75%, ambos guiados por realidade aumentada, na mesma sessão. Durante todo o procedimento é realizado o resfriamento da pele a -32oC. O procedimento é realizado com auxílio de um aparelho de realidade aumentada, que amplia a visualização dos vasos e permite mais precisão no tratamento. A associação destas duas técnicas potencializa os seus efeitos, possibilitando o tratamento de veias mais calibrosas, com resultados mais rápidos e mais duradouros. Imagem Aplicação e Escleroterapia - CLaCS
  • Escleroterapia com espuma: consiste na injeção de uma espuma de ar com medicamento nos vasos a serem tratados.
  • Imagem Aplicação e Escleroterapia - Espuma densa

Com o objetivo de obter os melhores resultados, o médico angiologista / cirurgião vascular irá indicar a técnica mais adequada para cada paciente. Isto irá depender de vários fatores, dentre eles a localização, tamanho e aspecto das micro-varizes e vasinhos, do tipo de pele, idade, entre outros fatores.

Quantas sessões são precisas?

O número de sessões varia muito entre os pacientes. Alguns fatores como a quantidade, localização, tamanho e características dos vasos irão determinar o grau de resposta e a quantidade de sessões necessárias.

Os pacientes realizam as sessões em intervalos de 30 dias.

A escleroterapia dói?

O procedimento causa leve dor e desconforto quando a agulha é inserida, quando o líquido é injetado e quando o laser é disparado. Todo o procedimento é realizado com resfriamento da pele a -32oC, reduzido muito a dor.

Após o procedimento, o paciente pode apresentar ardência e coceira por aproximadamente 2 horas e pequenos hematomas, que podem levar até 10 dias para desaparecer completamente.

O procedimento é muito bem tolerado, com resultados satisfatórios.

Imagem Aplicação e Escleroterapia - Mulher Bonita

Quais os possíveis efeitos colaterais?

Os efeitos colaterais que podem ocorrer são alergia, manchas escuras (hipercromia), hematomas e formação de crostas ou pequenas bolhas na pele.

Recomendações pós escleroterapia

No dia da sessão de escleroterapia deve-se evitar o uso de cremes e hidratantes nos membros inferiores.

Após a escleroterapia, recomenda-se:

  • Evitar a exposição solar até resolução dos hematomas
  • Evitar exercícios físicos intensos por 24h
  • Manter-se bem hidratado

Os vasinhos e as varizes podem voltar?

Quando é realizado o tratamento dos “vasinhos” e de suas veias nutrícias (“veias mãe”), eles não voltam a surgir.

Outra questão importante é que os pacientes com esta doença têm uma predisposição pessoal para ter novas varizes e “vasinhos”. Isto se deve a diversos fatores, como a predisposição genética, sedentarismo, sobrepeso, má alimentação e alguns hábitos do dia a dia. Por isto é sempre importante que o paciente faça acompanhamento frequente com um médico angiologista / cirurgião vascular.

 

* Os resultados dos procedimentos podem variar de paciente para paciente.

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